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7 ciladas que podem acabar com o seu intercâmbio

Junta grana, planeja, espera, economiza mais um pouco e, finalmente, embarca.

O intercâmbio é um tipo de viagem que não se faz assim, do dia para a noite, e é justamente por envolver sonhos e expectativas que todo cuidado é pouco para tornar a sua experiência a melhor de todas.

Com o objetivo de garantir que a sua vivência internacional não venha acompanhada de frustrações, vamos listar as 7 ciladas que podem acabar com o seu intercâmbio.  

OBS: Leia com carinho e preste atenção no item 5.

Lembre-se que assegurar o suporte de profissionais especializados aqui e lá fora é um processo chave para evitar dor de cabeça e transformar seu intercâmbio um processo de aprendizado (e não de estresse).

Cilada 1: O velho conto da passagem só de ida

Na hora de contratar um intercâmbio, um dos primeiros pontos que você deve prestar atenção é a emissão de vistos e documentos exigidos pela imigração. Se esses detalhes não estiverem 100% afinados, a possibilidade de você ser barrado é bem expressiva.

É nesse processo que os agentes de imigração podem exigir que você já apresente a sua passagem de volta! Isso não é uma regra, mas há grandes chances de acontecer e se você não estiver com o ticket em mãos poderá não entrar no país (e ter a maior decepção da vida).

É CILADA: Não acredite se alguma agência de intercâmbio informar que você pode garantir a ida e providenciar a volta quando chegar lá. Lembre-se que a passagem de retorno só não é exigida para intercambistas que saem do Brasil com visto maior que um ano de duração.

O certo a se fazer é: Se tratando de intercâmbio e imigração é sempre melhor garantir e não dar chance para o azar, né? Procure uma agência de intercâmbio confiável e providencie a sua passagem de volta assim que definir a data de embarque.

Muitas vezes comprar ida e volta acaba sendo até mais vantajoso, já que a tarifa é mais baixa do que a compra separada. Dependendo do tipo de passagem que você comprar, também é possível alterar a data de volta.

Cilada 2: Não apresentar a comprovação financeira exigida

Requisito exigido pelo departamento de imigração para a entrada no território é a comprovação financeira.

Ihhhh, é muito?

Cada território define a quantia que o intercambista precisa ter acesso durante o intercâmbio. Trata-se de um valor que não necessariamente você vai gastar, mas que o departamento exige por questões de garantia. Ou seja, que você pode ter acesso a qualquer hora!

  • Se você viajar para a Austrália, o valor determinado é AU$1.761 para cada mês que você pretende ficar por lá.
  • Já no Canadá, o total exigido pelo consulado é a comprovação de CAD$1.200 por mês de estadia.
  • Na Nova Zelândia, a quantia não foge das demais: NZ$ 1.250 para cada mês que você ficar no país.

OBS: Para garantir que a quantia não mudou é sempre recomendável acessar o site da imigração do país de destino. Os valores citados acima foram atualizados em junho de 2019.

Mas como essa comprovação pode ocorrer?

Este dinheiro não precisa estar disponível livre em conta corrente: vale aplicação em poupança e até fundo de investimento (com liquidez diária), mas tem que ser um dinheiro para retirada imediata.

Ah, ele pode estar na conta de algum suporte financeiro que pode ser representado por um parente de primeiro grau. O ideal é que seja pai ou mãe! Primo, tio ou amigo de longa data não vale.

É CILADA: Dar o famoso jeitinho brasileiro para comprovar o valor financeiro de outras formas que não seja as que citamos aqui não vale, ok? Lembre-se que de nada valerá o seu planejamento se estes requisitos não estiverem de acordo.

O certo a fazer é: se você não tiver o dinheiro em sua conta ou aplicação, comece a trocar uma ideia com seus pais ou irmãos. Lembre-se que planejamento e fundamental e que todo grande valor que entrou na sua conta bancária com menos de três meses antes do embarque deve ser justificado. Exemplo: venda de carro ou de algum imóvel.

Cilada 3: Fazer exame com médico não credenciado

Dependendo do tipo de intercâmbio e duração, Austrália, Nova Zelândia e Canadá podem exigir o envio de um laudo médico junto com a documentação do visto.

A grande questão é que essa consulta deve ser feita com médicos credenciados à embaixada do seu país de destino e infelizmente essa consulta não é das mais baratas.

Varia de R$ 300,00 a R$ 400,00

É CILADA: Não adianta solicitar um laudo que comprove o seu bom estado de saúde com médicos do SUS ou de algum convênio. As embaixadas só aceitam documentos emitidos por profissionais credenciados por eles.

O certo a fazer: Entre contato com a sua agência. Os especialistas em intercâmbio vão indicar a lista de profissionais credenciados (e a localização do médico mais próximo) e ainda orientar você a agendar o exame no período certo.

Cilada 4: Não cuidar dos prazos

Cada intercâmbio é planejado sob medida. É por isso que aplicação de visto, realização da matrícula e até pagamento da escola possuem prazos distintos.

É CILADA: Ainda que você conte com a agência de intercâmbio para resolver a burocracia, não ache que ela vai ficar todos os dias no seu pé lembrando dos seus compromissos e resolvendo os seus perrengues.  

Aproveite e leia: Como planejar o seu intercâmbio: do zero até o embarque (11 passos)

O certo a fazer: Assim que for recebendo os prazos, faça uma lista de burocracias e serem resolvidas e priorize as mais urgentes. Não deixe para a última hora (especialmente se for pendências relacionadas à emissão do visto).

Cilada 5: Não escolher uma agência confiável

Já falamos bastante sobre isso, mas não custa repetir. Contratar uma agência confiável que ofereça suporte no Brasil e no seu país de destino é um dos pontos que você mais deve ter atenção para garantir o sucesso do seu intercâmbio.

Falamos isso porque há casos de agências que quebraram e deixaram mais de 300 estudantes na mão de uma só tacada.

É CILADA: Não entregue suas expectativas e economias nas mãos de agências aventureiras. Os prejuízos vão muito além do financeiro. São sonhos e projetos de vida que podem ser interrompidos em razão de uma má gestão.

O certo a fazer: Pesquise, busque referências e escolha uma agência que tenha histórico e experiência consolidada. Para descobrir isso, basta entrar em contato com alguém que já tenha feito intercâmbio com essa agência e fazer uma pesquisa mais rebuscada na internet.

Ah, não acredite em preços muito destoantes do mercado. Além disso, leia atentamente o contrato, exija suas garantias e assegure que você terá suporte no país de destino! Isso é muito importante.  

A Information Planet é uma rede global presente em 13 países com 53 escritórios em todo o mundo. No Brasil, a agência possui 23 anos de mercado e mais de 50 mil intercâmbios na bagagem.

Ah, a IP também é uma das agências fundadoras da Associação Brasileira das Empresas Especialistas em Intercâmbio para a Oceania (ABRASEEIO), entidade séria respeitada que trabalha para garantir o sucesso dos intercâmbios.

Cilada 6: Interagir só com brasileiros

Aí está um dos maiores erros do intercâmbio.

Além da experiência multicultural, o que os estudantes buscam ao realizar um intercâmbio é aprender ou aprimorar um novo idioma.  Acontece que por não querer sair da zona de conforto, muitos brasileiros acabam interagindo só com brasileiros lá fora.

É CILADA: Tudo bem, fazer um intercâmbio é um ato de coragem e exige muito do intercambista. Tenha em mente, porém, que o aprendizado de um novo idioma faz parte do pacote e que interagir só com brasileiros não vai ajudar você nessa.

O certo a fazer: procure mesclar o mix de nacionalidade dos amigos que você irá fazer lá fora. Isso não significa dizer que você deve manter distância dos brasileiros, apenas que falar português não deve ser a sua única opção durante essa experiência. Buscar cidades que não são tão procuradas por brasileiros também pode ser uma alternativa para acelerar o seu aprendizado.

Veja também: 7 hábitos que prejudicam quem quer aprender inglês no intercâmbio

Cilada 7: Esperar que a agência encontre um emprego para você

Se o seu intercâmbio for de estudo e trabalho, um grande desafio será a procura por um emprego.

Fique tranquilo, pois essa busca não é difícil, porém vai exigir de você um mínimo esforço.

É CILADA: Desconfie de agências que prometam encontrar uma vaga de trabalho no exterior. Isso não é de competência das agências. O que diz respeito às nossas atribuições é ajudar a montar o currículo e conceder orientações para que o aluno, por contra própria, encontre um trabalho para ajudar nos custos e tornar a experiência ainda mais completa.

O certo a fazer: Participe dos seminários e workshops de empregos (a Information Planet realiza eventos semanais desse porte na Austrália) e pergunte quais são os sites/portais onde vagas para intercambistas são oferecidas. Dependendo do caso, funciona o velho door to door (porta em porta). Aí vai de você caprichar no currículo e entregar o documento nos estabelecimentos.

Leia também: Como estudar e trabalhar na Austrália? Requisitos e preços

Conclusão

Como você percebeu, boa parte das ciladas do intercâmbio estão relacionadas ao processo de planejamento da vigem.

É por isso que encontrar uma agência confiável e seguir à risca todas as orientações são os passos mais assertivos.

Que tal falar com um de nossos especialistas em intercâmbio e solicitar um orçamento personalizado? Clique aqui e aproveite para tirar todas as suas dúvidas sobre o assunto.

Teremos o maior prazer em ajudar você a realizar o sonho do intercâmbio (sem ciladas, é claro!)

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