Salário mínimo por hora nos principais destinos de intercâmbio e no Brasil.

Olhando para os valores dos salários mínimos no exterior em comparação ao Brasil, ficam algumas dúvidas:

1- É verdade ou fake a diferença gritante entre os destinos?
2- Porque eles ganham tanto a mais que nós, aqui no Brasil?
3- Será que é realmente possível estudar e trabalhar nestes países?
4- Com este dinheirão vou conseguir me manter?
5- Se eu voltar para o Brasil vou conseguir trazer uma mala de dinheiro e viver rica e feliz depois do intercâmbio?

Veja esta e outras respostas neste post e pode ter certeza que você via se surpreender com as verdades e exageros destas perguntas…

Já sabemos  que o Brasil é um dos países com o menor salário mínimo do mundo, o que torna uma missão quase impossível conseguir juntar seu pé de meia fazendo alguns tipos de trabalhos que são muito importantes para sociedade mas que pagam muito pouco  para o profissional dedicado… Que diria para quem está no inicio de carreira e ainda tem que trabalhar e estudar, não é isso mesmo?

Quando olhamos para o exterior e vemos salários mínimos altos parece ser mentira, mas não é: Na Austrália, por exemplo, temos um salario mínimo por hora de AUD 19,00, ou seja, se converter são quase R$75,00 por hora trabalhada. E SIM! Isso é verdade.

O que pode ser um pouco distorcido é a interpretação já que não podemos converter e pensar que o custo de vida igual do Brasil. Algumas coisas como acomodação e transporte podem custar muito mais do que aqui dependendo de onde você for. Mas o acesso ao dinheiro, ao emprego e principalmente ao equilíbrio é realmente mais fácil.

Sabendo que o salario mínimo do exterior é maior, pensamos: Realmente vou conseguir viver se o custo de vida lá é maior?  A resposta é: Sim! Mesmo sendo um estudante internacional, vivendo entre escola, festas e trabalho, você vai conseguir pagar suas contas e viver bem.

Mesmo o custo de vida sendo maior, o salário acompanha, ou seja, você trabalha, mas não só para comer, você consegue ter uma vida.

O trabalho no exterior vem recheado de decisões que envolvem muitos fatores, uma mudança radical de vida, mas atrás de tudo isso, existem muitos benefícios como aprender outra língua, conhecimento de cultural, crescimento de networking, além de toda a conquista pessoal.

Hoje em dia são infinitas as possibilidades para o estudante no exterior. Alguns países os brasileiros podem trabalhar legalizados e com isso além de alavancar a língua, terão o sonhado salário em moeda estrangeira como  por exemplo:

  • Irlanda os estudantes podem trabalhar por até 20h/semana durante as aulas
  • Estados Unidos é permitido que o estudante exerça funções dentro do campus universitário por no máximo 20 horas por semana durante o período de aulas e por no máximo 40 horas semanais durante as férias.
  • Canadá – em alguns cursos, durante as aulas, os estudantes podem trabalhar até mesmo dentro da grade curricular da escola. E no período de férias escolares, por sua vez, é permitido trabalhar até 40 horas semanais.
  • Austrália – a queridinha dos estudantes que procuram estudo + trabalho, com o sonhado AUD19,00 por hora como mínimo oferece além deste gordo salário, uma grande quantidade de empregadores disponíveis para empregar pessoas de qualquer nível de inglês e ainda o governo assegura a condição de empregado participante dos programas de aposentadoria com recebimento ou lá na frente (quando estiver aposentando) ou quando resolver sair em definitivo do país.
  • Nova Zelândia – parecida com a Austrália, alguns empregos chegam pagar NZD50,00 para um tosquiador de ovelhas por exemplo e com este dinheiro, o estudante facilmente vai ter uma vida bemmmmm confortável.

O que não podemos deixar de fazer é colocar este sonho com pés fortemente fincados no chão para que não aconteça nenhum tipo de erro de interpretação: Você como estudante internacional não vai fazer uma mala de dinheiro e se aposentar no Brasil por conta deste “esforço”. O intercâmbio com trabalho te ajuda a se manter, possibilita uma qualidade de vida melhor do que de um estudante no Brasil, deixa aquela sonhada regalia de uma super viagem pelo mundo se tornar alcançável, mas não é uma maneira de enriquecer e voltar para o Brasil. Como estudante, sua prioridade sempre será estudos e os países presam por isso.
A melhor parte de ser estudante na gringa é a certeza que quanto maior for sua qualificação, maiores serão as possibilidades. Pense nisso!

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